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Isabel Cristina de Freitas


Cadeira 41 — LITERATURA
Patrono: Eurípedes Alves de Freitas
 

        Isabel Cristina nasceu em Ituiutaba, MG, cidade onde reside; filha de Nadira de Freitas Alves e Eurípedes Alves de Freitas. Tem quatro irmãos: Luiz Augusto, Ana Luiza, Lucrécia e Edna Maria, que lhe deram a felicidade e alegria de ter nove sobrinhos: Waleska, Thatiane, Hélio Marcos, Weruska, Ludmila, Juliana, Pablo, Thales e Eurípedes Neto. Tem cinco sobrinhos-netos que traduzem a beleza e a pureza da continuidade familiar, fazendo-a imensamente realizada com o convívio destes pequenos anjos, símbolos do seu imenso amor por eles, que são: Gabriela, Isabela, Aurélio Filho, Higor e Gustavo. Formada no 1.º e 2.º Graus pelo Colégio Santa Teresa. Graduada em Pedagogia pela UEMG. Fez diversos cursos na área da educação infantil e capacitação na área da educação inclusiva. Fez curso Contexto em LIBRAS. Trabalhou sempre no Ensino Fundamental. Iniciou na Escola Estadual Lions, Escola Estadual Senador Camilo Chaves, Escola Infantil Raio de Sol e na Escola Estadual XV de Novembro (atual Escola Estadual Professor Álvaro Brandão de Andrade), Escola Inclusiva, onde permanece até o momento, exercendo a função de Professora Eventual e Coordenadora de Projetos. Foi Presidente e Coordenadora Geral da revista “Ser e Viver”, onde tornou realidade o sonho de toda a Equipe Álvaro Brandão e de sua direção. Isabel Cristina é participante do Curso de Logosofia, escritora e tem poemas e artigos inéditos que, muito em breve, serão publicados em seu primeiro livro. É acadêmica da ALAMI — Academia de Letras, Artes e Música de Ituiutaba — e o patrono de sua cadeira é o seu pai, Eurípedes Alves de Freitas. Tem poemas publicados na “IV Antologia de Poetas de Ituiutaba” (ALAMI, Egil, 2006) e na “V Antologia de Poetas de Ituiutaba” (ALAMI, Egil, 2008).

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Obras de Isabel Cristina:

 

Poemas:

 

Enxuga tuas lágrimas

 

Felicidade

 

Incoerência

 

Operários

 

Pequenas mãos que se entrelaçam

 

Silêncio

 

Sintonia

Sopro lírico da vida


 

Crônicas:

 

Eterno renascer

 

O amor transcende o tempo